BRASIL DE CABO A RABO
Tem um semáforo ali em São Cristóvão que demora uma quase eternidade. Tempo-espaço é relativo, diz o Alberto e bota a língua para os bocós. No cosmos é relativo e sidéreo, mas aqui, ao rés-do-chão, é imperativo e ferrenho : astronauta é astronauta, taxista é taxista. Mas às vezes, o vermelho demora-se para o verde, [...]